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O Alienista e o Eleitor: Quem examina o examinador?

Mais de um século após a publicação da obra-prima de Machado de Assis, a trajetória de Simão Bacamarte serve de espelho para a atual crise institucional e política do Brasil.

Em um cenário marcado por crises de representatividade, o protagonismo do Judiciário (da Lava Jato ao STF), o desgaste entre os Poderes e uma polarização extrema que divide a sociedade, fica a pergunta: quem estabelece os critérios de normalidade e quem fiscaliza o diagnóstico?

No novo artigo de Mauricio de Freitas Silveira, a literatura machadiana nos convida a refletir sobre o esgotamento institucional e o papel central do eleitor em 2026. A democracia não precisa de salvadores ou de instituições transformadas em ídolos, mas sim de equilíbrio, limites e cidadania.

👉 Leia o artigo completo e confira a reflexão:

Por Mauricio de Freitas Silveira

Advogado e Mestre em direito. Integrante da 12ª Turma do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná. Vice-Presidente da Comissão de Pesquisa Acadêmico-Científica da OAB/PR Subseção de Palmas/PR.

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